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"PLANTÃO" Luís Fernando Veríssimo é internado em estado grave em Porto Alegre

"O escritor Luis Fernando Veríssimo, de 76 anos, está internado, desde a noite desta quarta-feira (21), no Centro de Terapia Intensiva de um hospital de Porto Alegre. O estado de saúde dele é considerado grave.

Luis Fernando Veríssimo foi levado na noite desta quarta para um hospital particular de Porto Alegre. Segundo a família, ele apresentava sintomas parecidos com os de uma gripe muito forte. O escritor de 76 anos acabou transferido para o Centro de Tratamento Intensivo. Veríssimo está sedado e respira com a ajuda de aparelhos.

No início de novembro, ele participou de um festival literário em Araxá, no interior de Minas Gerais, ao lado de outros escritores brasileiros. Ele ainda esteve no Rio de Janeiro antes de voltar para Porto Alegre na semana passada, quando começou a sentir febre, cansaço e dores no corpo.

No boletim divulgado no fim da tarde, os médicos informaram que o estado de Luis Fernando Veríssimo é grave. Ele está com uma infecção generalizada, que pode ter sido causada por uma virose. A equipe que cuida do escritor ainda não tem um diagnóstico definitivo. Novos exames foram feitos nesta quinta. Os resultados devem sair nos próximos dias.

O tratamento é feito com antibióticos. Como o problema afetou os rins, Veríssimo precisou ser submetido também à diálise.

“O fato positivo é que, das medidas tomadas, ele tem uma resposta favorável em relação ao quadro que o trouxe à internação. Vamos ter respostas quando os exames – alguns demoram -, só vamos ter respostas mais precisas quando os resultados forem disponibilizados”, declarou Nilton Brandão , superintendente médico do hospital.”

Fonte: Globo.com

Alvinegros, pouco antes de dormir me deparo com esta terrível notícia. Fico muito triste, pois pelo que conheço de sua obra, digo que Veríssimo é um dos grandes nomes da literatura nacional, e um grande brasileiro, que também é, como já podem imaginar: Botafoguense. Ele é, inclusive, mais uma prova da veracidade do verso “Não escolho, fui escolhido.” O fragmento a seguir, retirado do maravilhoso livro do Sérgio Augusto explica perfeitamente o que eu quero dizer.

Morando em Porto Alegre, o menino Luis Fernando torcia, em primeiro lugar, pelo Internacional; era um colorado. Mas seu segundo time, naturalmente, disputava o Campeonato Carioca. A exemplo dos mineiros, os gaúchos (vide João Saldanha e Luiz Mendes, outro colorado de origem) tinham especial simpatia pelo Botafogo, que a Minas e ao Sul ia com freqüência disputar amistosos e buscar reforços.


Quando, em 1948, o centro-médio (ou center-half, como então se dizia) Ávila, ídolo do Internacional, transferiu-se para General Severiano - por sinal, numa transação intermediada por Luiz Mendes -, Verissimo embeiçou-se de vez pelo Botafogo. E nunca mais deixou de ser um dos mais ilustres botafoguenses dos pampas.”

Não poderia deixar de postar aqui o meu apoio a este grande ídolo, e peço aos seguidores deste blog que torçam do fundo de seus corações por sua recuperação. 

Saudações alvinegras, brasileiras e literárias. 


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Carlito torcendo.


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montagem por Rubia Alpino


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Hoje o maior jogador que o mundo já viu estaria completando 79 anos. Um ídolo, ícone, heroi. Que nunca recebeu o devido reconhecimento. Vítima de uma sociedade que simplesmente não merecia tê-lo em seus gramados. Menino inocente nas ruas, malandro dentro dos gramados. Esse foi Garrincha, o DEUS do futebol, que as pessoas insistem em tratar somente como “anjo”.


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FELIZ DIA DAS CRIANÇAS! 


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Da série “Torcedores Ilustres" - Ed Motta (cantor)


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  “Signo: Leão. Não podia ser outro: orgulhoso, dominador, vaidoso, regido pelo Sol, que é a maior e a mais solitária das estrelas. No horóscopo chinês, outra justiça astrológica: o Botafogo é do signo do dragão, aquele monstro fabuloso que solta fogo pelas ventas. 

  Foi coisa de garotada. E como tantas outras coisas de garotada, surgiu numa sala de aula, após uma frustrada troca de bilhetes entre Flávio da Silva Ramos e Emanuel de Almeida Sodré, alunos da quarta série do Colégio Alfredo Gomes. Interceptado pelo professor de álgebra da turma, o primeiro bilhete, escrito por Flávio, dizia o seguinte:

  “Itamar tem um clube de futebol que joga na Martins Ferreira. Vamos fundar outro aqui, no Largo dos Leões? Podemos falar aos Werneck, ao Arthur César, ao Vicente, ao Jacques.”

  Flávio e Emanuel levaram um carão do professor, mas voltaram pra casa firmemente dispostos a criar no bairro um clube semelhante ao Ideal, que Itamar Tavares fundara nas cercanias do Humaitá. Flávio, que se impressionara com o futebol ao assistir a mais um jogo de brasileiros e ingleses promovido por Cox no campo do Payssandu, em 9 de julho, morava no final da rua São Clemente, encostado no Lago dos Leões. Emanuel, seu mais fiel comparsa na hora de soltar pipa, jogar bola de gude e andar de bicicleta, era da rua Conde de Irajá. Os demais citados no bilhete - Álvaro e Octávio Werneck, Jacques Raymundo Ferreira da Silva, Arthur César de Andrade (o Tutu) e Vicente Licínio Cardoso - estudavam no Ginásio Nacional mas também brincavam no Largo dos Leões. 

  Todos eles seriam sócios-fundadores do novo clube, “de origem puramente brasileira”, que, antes mesmo de ganhar um nome, já contava com mais cinco associados: Augusto Paranhos Fontenelle, Basílio Vianna Jr., Carlos Bastos Neto, Eurico Viveiros de Castro e Lourival Costa. Nenhum tinha sangue inglês.

  Por todos os méritos, Flávio foi aclamado presidente, com Octávio de vice, Jacques de secretário e Álvaro de tesoureiro. 

  Na tarde de 12 de agosto, no chalé de um casarão em ruínas, na esquina do Humaitá com o Lago dos Leões, cedido pela avó materna de Flávio, Francisca Teixeira de Oliveira (mais conhecida no bairro como Dona Chiquitota), a “diretoria” fez sua primeira reunião. Mais informal, impossível. Nem ata ela teve. Decidiu-se que a primeira mensalidade (dois mil réis) seria cobrada, provisoriamente, no talonário de uma agremiação dedicada ao pedestrianismo, o Electro Club

(…)

  Para a segunda reunião, em 18 de setembro, Flávio convidou dois Alfredos: o Guedes de Mello e o Chaves. “Vai ser mesmo Electro Futebol Clube?”, perguntou um  deles. Ao ouvir seu netinho dizer que se não surgisse nome melhor ficaria aquele mesmo, Dona Chiquitota estrilou: “Que falta de imaginação! Morando onde vocês moram, o clube só pode se chamar Botafogo!” 

  Por que não Leões Futebol Clube, se era no Largo dos Leões que seus integrantes moravam e batiam bola, num improvisado campo, com as palmeiras servindo de balizas? Esta pergunta ninguém fez. 

  E a reunião teve início. Em pauta, a necessidade de um novo presidente. Flávio não se considerava à altura de tamanha responsabilidade e, com a anuência dos demais, passou o bastão para Alfredo Guedes de Mello. Flávio queria apenas jogar bola. Octávio Werneck também, e por isso a vice-presidência caiu nas mãos de Itamar Tavares, que embora também se interessasse mais em dar passes e marcar gols do que cuidar de questões burocráticas, aceitou o abacaxi. 

  Àquela altura, Itamar já se desfizera do Ideal e se associara ao Botafogo. Foi ele quem propôs como modelo para o clube a camisa listrada de preto e branco do Ideal, inspirada no Juventus, time pelo qual torcia quando morava na Itália. O primeiro escudo, em estilo suíço, com as iniciais BFC entrelaçadas num fundo branco contornado de preto, foi desenhado a nanquim por Basílio Vianna Jr. Ao Alfredo Chaves entregaram a tesouraria, já que Álvaro Werneck também só queria jogar bola. “

Trecho do livro “Botafogo: Entre o céu e o inferno" de Sérgio Augusto. págs 63, 64 e 65. 


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